O LUGAR DA ADORAÇÃO
O lugar da adoração é o lugar de quem pode entender isso:
Perguntou a mulher samaritana ao profeta que acabara de conhecer: Qual é o lugar da adoração? Como fora instruida, existia um lugar físico, horário e forma determinados. Mas o profeta inova, dizendo que Deus está buscando pessoas que exerçam a adoração sem as preocupações da liturgia e sim, com a verdade do ato... Que Deus está buscando adoradores que tenham a compreensão espiritual deste ato.
Mas o que é adoração?
Adoração é o reconhecimento do sublime e envolvente amor de Deus sobre nós. Como o abraço de um pai ou uma mãe que aconchega em seus braços o filho que volta arrependido por ter desperdiçado sua vida por caminhos que não levaram a nada. Este pai ou essa mãe, esquecendo todo o passado de petulância desse filho, resolve restaura-lhe o seu lugar na familia, resolve, ainda, chamar todos e fazer uma festa em comemoração ao retorno do filho que estava perdido e foi achado, estava morto e reviveu
Adoração é o profundo constrangimento pelo reconhecimento do favor de quem ressignificou sua vida quando, esquecendo seus atos do passado, te abraça, te beija, desprezando suas tentativas de verbalizar seu arrependimento, enxugando todas as suas lágrimas.
A adoração perfeita deve ser demandada pelo reconhecimento da verdade de quem Deus é e de quem somos.
A adoração nos coloca diante de Deus em um estado espiritual de comunhão com o nosso criador, só experimentado pela humanidade quando ainda estava no jardim. A adoração nos comunica vida e reconhecimento ao nosso benfeitor. A adoração nos dá a dimensão do transcendente. A adoração nos dá consciencia da existência do Reino de Deus na terra. A adoração nos constrange a trabalharmos por este Reino.
Certo dia um religioso, teólogo, profundo conhecedor da lei de Deus, chamou Jesus para comer em sua casa. Ao sentar-se à mesa uma mulher, que levou sua vida toda de forma irregular, sentou-se aos pés de Jesus e em um momento pleno de adoração se pois a chorar, um choro emocionado por saber quem era Jesus e o que ele representava para sua vida; a ressignificação de uma vida que fora destruida pelas injustiças sociais de sua época, uma vida que não tinha acesso ao sagrado, se sente acolhida pelo profeta prometido por Deus ao seu povo. Suas lágrimas molhava os pés dele, como era costume da época as mulheres tinham os cabelos grandes, ela exugava os pés de Jesus com seus cabelos e não parava de beijar seus pés, pegou também um perfume caríssimo e derramou sobre seus pés. O religioso vendo aquela cena fez logo seu julgamento (religiosos são ágeis em julgar), em seu pensamento julgou concebendo que Jesus não poderia ser profeta por deixar uma pecadora o tocar; mas Jesus conhecendo o coração do religioso contou uma historia para ele sobre duas pessoas que eram devedores de um certo homem. Um devia quinhentos dias de trabalho e o outro devia cinquenta dias de trabalho. Este homem resolveu perdoar a ambos e perguntou Jesus ao religioso quem ele achava que era mais agradecido? E ele respondeu o que fora mais perdoado. Neste ponto Jesus mostrou para o religioso, que nem as coisas básicas de sua cultura da época o religioso tinha feito, contrastando com as ações daquela mulher indigna de estar nos circulos religiosos (a presunção religiosa impede a adoração).
Me pergunto quem são os verdadeiros adoradores os quais Deus anda a procura? Quais são os adoradores que o adoram em espírito e de forma sincera?
Aquela mulher conheceu a Jesus bem antes daquele encontro e já o adorava. Adorava quando planejou o seu encontro, adorava quando comprou um perfume de grande valor para ungi-lo, adorava quando, sendo mulher em uma sociedade que não permitia a presença de mulheres em reuniões de homens, enfrentou o preconceito, adorava quando derramava-se em emoções sabendo que Jesus conhecia os motivos do seu ato.
A samaritana perguntou qual é o lugar da adoração e Jesus a respondeu que não existe o lugar físico e sim o lugar espiritual; que não existe um momento próprio, pois a adoração é um ato contínuo de quem retornou ao jardim, à casa dos pais; que nem existe uma forma específica, ritualística, mas que a forma aceita é aquela onde exista verdade.
O lugar da adoração é o lugar de quem pode entender isso:
Perguntou a mulher samaritana ao profeta que acabara de conhecer: Qual é o lugar da adoração? Como fora instruida, existia um lugar físico, horário e forma determinados. Mas o profeta inova, dizendo que Deus está buscando pessoas que exerçam a adoração sem as preocupações da liturgia e sim, com a verdade do ato... Que Deus está buscando adoradores que tenham a compreensão espiritual deste ato.
Mas o que é adoração?
Adoração é o reconhecimento do sublime e envolvente amor de Deus sobre nós. Como o abraço de um pai ou uma mãe que aconchega em seus braços o filho que volta arrependido por ter desperdiçado sua vida por caminhos que não levaram a nada. Este pai ou essa mãe, esquecendo todo o passado de petulância desse filho, resolve restaura-lhe o seu lugar na familia, resolve, ainda, chamar todos e fazer uma festa em comemoração ao retorno do filho que estava perdido e foi achado, estava morto e reviveu
Adoração é o profundo constrangimento pelo reconhecimento do favor de quem ressignificou sua vida quando, esquecendo seus atos do passado, te abraça, te beija, desprezando suas tentativas de verbalizar seu arrependimento, enxugando todas as suas lágrimas.
A adoração perfeita deve ser demandada pelo reconhecimento da verdade de quem Deus é e de quem somos.
A adoração nos coloca diante de Deus em um estado espiritual de comunhão com o nosso criador, só experimentado pela humanidade quando ainda estava no jardim. A adoração nos comunica vida e reconhecimento ao nosso benfeitor. A adoração nos dá a dimensão do transcendente. A adoração nos dá consciencia da existência do Reino de Deus na terra. A adoração nos constrange a trabalharmos por este Reino.
Certo dia um religioso, teólogo, profundo conhecedor da lei de Deus, chamou Jesus para comer em sua casa. Ao sentar-se à mesa uma mulher, que levou sua vida toda de forma irregular, sentou-se aos pés de Jesus e em um momento pleno de adoração se pois a chorar, um choro emocionado por saber quem era Jesus e o que ele representava para sua vida; a ressignificação de uma vida que fora destruida pelas injustiças sociais de sua época, uma vida que não tinha acesso ao sagrado, se sente acolhida pelo profeta prometido por Deus ao seu povo. Suas lágrimas molhava os pés dele, como era costume da época as mulheres tinham os cabelos grandes, ela exugava os pés de Jesus com seus cabelos e não parava de beijar seus pés, pegou também um perfume caríssimo e derramou sobre seus pés. O religioso vendo aquela cena fez logo seu julgamento (religiosos são ágeis em julgar), em seu pensamento julgou concebendo que Jesus não poderia ser profeta por deixar uma pecadora o tocar; mas Jesus conhecendo o coração do religioso contou uma historia para ele sobre duas pessoas que eram devedores de um certo homem. Um devia quinhentos dias de trabalho e o outro devia cinquenta dias de trabalho. Este homem resolveu perdoar a ambos e perguntou Jesus ao religioso quem ele achava que era mais agradecido? E ele respondeu o que fora mais perdoado. Neste ponto Jesus mostrou para o religioso, que nem as coisas básicas de sua cultura da época o religioso tinha feito, contrastando com as ações daquela mulher indigna de estar nos circulos religiosos (a presunção religiosa impede a adoração).
Me pergunto quem são os verdadeiros adoradores os quais Deus anda a procura? Quais são os adoradores que o adoram em espírito e de forma sincera?
Aquela mulher conheceu a Jesus bem antes daquele encontro e já o adorava. Adorava quando planejou o seu encontro, adorava quando comprou um perfume de grande valor para ungi-lo, adorava quando, sendo mulher em uma sociedade que não permitia a presença de mulheres em reuniões de homens, enfrentou o preconceito, adorava quando derramava-se em emoções sabendo que Jesus conhecia os motivos do seu ato.
A samaritana perguntou qual é o lugar da adoração e Jesus a respondeu que não existe o lugar físico e sim o lugar espiritual; que não existe um momento próprio, pois a adoração é um ato contínuo de quem retornou ao jardim, à casa dos pais; que nem existe uma forma específica, ritualística, mas que a forma aceita é aquela onde exista verdade.
Por Pr. Eudes Barbosa Medeiros